O Ela Online publicou em matéria: “Agora eles não ficam mais confinados a um simples vão na sala de estar

Tudo começou por volta do século XVII, quando os nobres europeus passaram a construir estufas anexadas aos seus palácios. Estes espaços serviam tanto para a recreação durante o inverno, quanto para manter uma vegetação que não sobreviveria à estação mais fria naquele lado gelado do mundo.

Quatrocentos anos depois, numa cidade cuja temperatura mínima nesta época do ano não fica abaixo dos 15 graus — e onde a maior parte dos habitantes mora em apartamentos —, os chamados jardins de inverno ainda existem, mas de um jeito bem diferente. Para começar, nada de estufas. E, diferentemente do que acontecia nas décadas passadas, quando estes espaços já haviam sido adaptados à nossa realidade tropical, agora eles não ficam mais confinados a um simples vão na sala de estar.

— No Brasil, temos feito uma releitura desses jardins, que podem ser total ou parcialmente cobertos. Cada vez menos as pessoas querem um espaço só de plantas. Normalmente pensamos nele já com móveis ou árvores frutíferas — explica o paisagista Guilherme Portugal.

O pedido de um cliente dinamarquês por um canto verde em seu apartamento no Rio fez com que o arquiteto Hugo Schwartz criasse um jardim de inverno ao lado da cozinha. Um lugar que ele jamais pensara para este fim.”

Fonte: por JOSY FISCHBERG

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