De acordo com nota da coluna de Anna Ramalho, O grafite rebelde de Meton Joffily ganha mostra, e o artista plástico Angelo Venosa lança escultura em homenagem aos 450 anos do Rio

De olho no submundo

Forte em sua crítica social, a street art de Meton Joffily, faz parte da cena urbana carioca há mais de uma década. As placas com seus personagens icônicos, como Ratones e o moleque de rua Zinho, podem ser vistos na exposição coletiva que o Jockey Club do Rio apresenta de 24 a 26 deste mês. Este ano, ele também está no júri oficial do Anima Mundi, que começa hoje. Sua carreira na animação gráfica começou aos 19 anos com o curta “Ratos de Rua”, exibido em mais de 40 países e ganhador de vários prêmios em alguns festivais. Ratones é o seu personagem mais importante, um ratão malandro que foi cobaia para novas técnicas de animação, como o sticker animation, em que desenhos animados em 2D são levados para muros e ruas através de stop motion. Hoje, aos 30 anos, continua a se expressar com temáticas complexas, como a pobreza, o abandono social e a violência infantil. Um trabalho onde as cores vibrantes refletem denúncias graves da sociedade cosmopolita.

Fonte: por Elda Priami/ blog Anna Ramalho

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