O caderno Ela informou em matéria: “Ah, os italianos. Bronzeados em agosto depois de uma temporada nas praias europeias. Bronzeados em janeiro quando escapam para um clima tropical. Impossível não pensar que, mesmo com crise política, mesmo com a população envelhecendo ou com o país tendo que lidar com a catástrofe humanitária dos refugiados, os italianos têm uma maneira especial de viver. Talvez por terem desde sempre convivido com a paisagem, com as igrejas, com Da Vinci, Tintoretto. Com a beleza. Divago… Mas o designer Stefano Seletti parece concordar: — Somos acostumados a ver coisas bonitas, temos uma estética mais desenvolvida mesmo. Temos uma cultura para as coisas lindas. Nosso encontro é durante uma feira da Associação Brasileira das Empresas de Utilidades e Presentes (Abup), em São Paulo, onde Stefano esteve em agosto último mostrando seu portfólio. Muito informal e bronzeado, fala sobre seu passado simples — de pai comerciante que comprava na China produtos e levava para a Itália — e de como chegou ao posto de dono de uma das marcas de objetos mais celebradas da atualidade. Conhecendo mais sobre sua vida e trabalho, chego à conclusão que Seletti é expoente do tal “luxo simples” hoje tão em voga, mas que pouquíssimas pessoas realmente conseguem seguir. — Eu não sou designer, sou incapaz de fazer um desenho técnico no computador. Minha família é de comerciantes. Eu sou é dotado de uma boa criatividade. Minha marca funciona assim: eu invento coisas e peço para os designers trabalharem para mim — conta Seletti, 45 anos, casado com a brasileira Adriana e pai de Petra, de 11, e Mariá, de 8 anos”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Ela/Reportagem: Mariana Timóteo da Costa/17/10/15