A coluna Em casa, por Marcia Müller, divulgou em nota: “Num universo gigantesco, hoje os revestimentos vão de zero ao infinito…infinitas opções e infinitos materiais. Sintéticos ou naturais, os revestimentos ocupam um tempo considerável  no projeto. As plantas de especificações, tão importantes para uma boa execução, eram, não tem tanto tempo assim, feitas com poucas opções e geralmente seguiam uma tendência do arquiteto. Hoje, esse mesmo arquiteto se debruça para acompanhar os lançamentos que, rápido, muito rápido surgem na feiras e nas lojas. Isso é, na verdade, muito bom… Existem aqueles que ficam sempre fiéis aos materiais naturais e não se corrompem com os sintéticos. Eu confesso que, pelo preço, muitas vezes opto, para que um projeto seja exequível, pelo material sintético. E sempre com a aparência de material  sintético. Gosto de cerâmica com cara de cerâmica, e assim por diante… Mesmo  para aqueles arquitetos radicais, os materiais sintéticos também são lindos: como os porcelanatos enormes, deslumbrantes – uso e adoro o marmoglasss, sem falar no silestone, incrível por sua durabilidade. Os radicais também  usam nos seus projetos esses materiais…  Também as pedras ou tijolos sofrem efeitos industriais e a sua utilização fica incrivelmente mais criativa e inusitada. Há tijolos muito mais finos, que podem ser colocados em uma parede interna, sem tanta obra; e pastilhas de mármore ou mesmo as de vidro, em inúmeros formatos e cores. Esse universo de revestimentos é, para mim, uma Disneylândia … Me divirto e adoro descobrir novas formas e novos materiais para revestir um banheiro, cozinha, piso etc. Importante é saber as condições do material e sua resistência, para melhor direcionar onde ele pode ser utilizado. Mantenho-me sempre informada com o fabricante do revestimento Ekko, que me fornece os últimos e super atuais lançamentos. Num banheiro é fundamental sua resistência à água! Mostro alguns banheiros que projetei na mesma casa, onde alguns materiais de diferentes acabamentos forram os banheiros, mas todos em cores claras, para que a casa não fique uma colcha de retalhos. O importante é ter sempre uma certa harmonia entre os materiais, mesmo sendo bem diferentes entre si”. Leia mais no blog.

Fonte: Lu Lacerda/30/09/14

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