O Segundo Caderno trouxe em reportagem: “São quase 30 anos de parceria; e praticamente o mesmo tempo de briga entre a família de um dos mais respeitados pintores do Brasil e uma empresa líder no mercado de azulejos. Em 1987, os herdeiros de Candido Portinari firmaram um contrato com a Cecrisa, permitindo que a companhia utilizasse, em definitivo, dois modelos de assinatura do artista para uma linha de produtos chamada Cerâmica Portinari. A ideia era associar o nome do pintor, ele próprio com importantes painéis de azulejos em sua carreira, à marca. A Cecrisa, contudo, preferiu criar um novo logotipo, com o nome do artista manuscrito, semelhante a uma assinatura que nunca foi de Portinari. Foi a deixa para o rompimento”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Segundo Caderno/Reportagem: André Miranda/17/12/15