A Revista trouxe em matéria: “Tubos de tinta, rolos de linha, cola, papel manteiga e latas de metal estavam amontoados na sala de estar da advogada Patrícia Amorim de Paiva (que hoje se dedica ao hobby de pintar e bordar) até ela decidir fazer uma reforma em seu apartamento, no Leblon. Para organizar a bagunça, convocou o arquiteto Chicô Gouvêa, que transformou o quartinho de empregada num ateliê. Antes de começar o projeto, porém, a dona da casa fez uma exigência: manter uma cama na nova configuração do cômodo. — Senti a necessidade de ter mais espaço, não tinha mais onde colocar o material — conta Patrícia, referindo-se às pinturas. — Mas não queria abrir mão da possibilidade de ter um lugar em que alguém pudesse dormir, para o caso de visitas ou da própria Rê ( diarista). Um armário, um mesão, ar-condicionado, televisão e prateleiras também não foram dispensados do projeto. O truque para que tudo coubesse em harmonia nos dez metros quadrados do quartinho foi instalar uma “camaflage” — como é chamada por arquitetos a cama embutida na parede e cuja origem do nome vem da palavra camuflagem. A solução é de fato uma aposta para os espaços compactos e, ao mesmo, tempo funcionais”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Revista O Globo/Reportagem: Carolina Ribeiro/26/04/15