O caderno Amanhã trouxe em matéria: “Em uma cidade que quase não tem mais para onde avançar, a briga por qualquer nesga de terreno se torna evidente. Contando com um dos metros  quadrados mais caros do mundo, Londres está pouco a pouco perdendo seus antigos complexos sem uso para a construção de novos prédios modernos, muitas vezes descaracterizando zonas históricas e sobrecarregando a paisagem. O reaproveitamento de áreas ociosas se tornou uma das saídas para a desenfreada especulação imobiliária londrina. Mas, para o arquiteto John Burrell,  especialista na reutilização de espaços urbanos, há outras opções de aproveitamento mais sustentáveis e baratas capazes de conciliar o crescimento da cidade (estima-se que Londres terá 10 milhões
a mais de habitantes até 2020) com a falta de terrenos habitáveis e a noção de um bom negócio. Velhas garagens, depósitos, armazéns, pátios subutilizados e becos sem saída, por exemplo, podem ser grandes empreendimentos e resolver ainda outros problemas da cidade. Para Burrell, todos os grandes centros urbanos — incluindo o Rio de Janeiro — dispõem dessas áreas ociosas que a um só
tempo podem ser rentáveis e ajudar na revitalização de bairros inteiros a um custo mais razoável”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Amanhã/ Reportagem: Vivian Oswald/ 06/08/13