O Ela Digital publicou em reportagem: “Filósofos, antropólogos, pesquisadores, artistas e curadores formaram uma banca para aprovar o projeto do Museu de Arte do Rio, o MAR, assinado em parceria pelos arquitetos Thiago Bernardes, Paulo Jacobsen e Bernardo Jacobsen (os dois últimos pai e filho, respectivamente). Foram quatro anos de esboços, maquetes e muita conversa até o resultado final, que pode ser conferido pelo público in loco desde terça-feira passada. Em um dos muitos encontros realizados com a comissão, o curador Paulo Herkenhoff incitou o time da prancheta a soltar a mão. Foi a deixa para Bernardo propor o teto em forma de onda, que virou ícone do museu. — Nós tínhamos desenhado uma cobertura reta, mas estava parecendo uma extensão do edifício modernista sobre o palacete. Precisávamos usar um elemento contemporâneo para aumentar o contraste entre as linhas funcionais do prédio modernista e os ornamentos rococós do palacete. Foi quando veio o insight de fazer a onda — conta Bernardo, enquanto rabisca numa folha de papel couché. — A estrutura fluida é um desenho que não se faz à mão. Precisei recorrer a um nerd de computador para ter uma superfície ondular e fazer a apresentação à banca. E a comissão julgadora finalmente aprovou o projeto do museu, realização da Prefeitura do Rio e da Fundação Roberto Marinho. — Provocamos e desafiamos os arquitetos a atribuírem ao projeto uma dimensão de resignificado à paisagem da Zona Portuária. Eles voltaram com a onda que flutua, que recorta a superfície do mar e paira sobre os prédios. O resultado deu uma configuração não só arquitetônica, mas também poética ao museu — diz Hugo Barreto, diretor-geral da Fundação Roberto Marinho”. Leia mais no Globo Online.

Fonte: Globo Online/ Ela Digital/ 10/03/13/ Reportagem: Joana Dale

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