O caderno Rio trouxe em reportagem: “Diante das críticas que apontam os impactos negativos da construção do píer em Y para a paisagem e os bens tombados da Zona Portuária, o presidente da Companhia Docas, Jorge Mello, já não se mostra tão irredutível. Ele garante que, se for encontrada uma solução para hospedar 20 mil pessoas que ficarão acomodadas em 10 mil quartos de transatlânticos durante as Olimpíadas de 2016, é possível discutir propostas alternativas. Mello alega que precisa cumprir um acordo com o Comitê Olímpico Internacional (COI) e que qualquer mudança no projeto poderia pôr em risco esse  compromisso. Segundo ele, seria necessário detalhar o projeto, aprovar licenças, especialmente ambientais, e realizar nova licitação. Cita ainda razões econômicas para fazer o píer em Y, argumentando que mudá-lo de lugar, ou optar pelo modelo em E, significaria um gasto de R$ 400 milhões, só de dragagens adicionais”. Leia maisno jornal o Globo.

Fonte: O Globo/ Rio/ Reportagem: Selma Schmidt/ 23/05/13