De acordo com matéria do Morar Bem, “em meio a um sítio romano, ao lado de um coliseu construído em pedra e ancorado no solo, vai surgir um prédio de arquitetura leve, em vidro drapeado que parece levitar. Uma contraposição proposital pensada pela arquiteta brasileira Elizabeth de Portzamparc para o projeto do Musée de la Romanité, no Centro Histórico de Nîmes, na França, que deixa os mais puristas de cabelo em pé. — Em algumas cidades, parece haver um cinto de castidade ao redor do centro histórico. Não se pode fazer nada. Mas em Nîmes há um manifesto pela criação contemporânea. E não vejo qualquer problema. Afinal, a história é feita de camadas — explica Elizabeth, que adotou o sobrenome francês do marido, o também arquiteto Christian de Portzamparc, vencedor do Pritzker e autor, por aqui, da Cidade das Artes”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Morar Bem/Reportagem: Karine Tavares/11/01/15