O site da Bamboo publicou em reportagem: “A baía da Guanabara, o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, o morro Dois Irmãos, a pedra da Gávea, a lagoa Rodrigo de Freitas. Alguns dos maiores ícones do Rio de Janeiro são visíveis a partir do terreno de 45 mil m 2, numa encosta no bairro de Humaitá. Ali, inevitavelmente, temos presente outra das grandes atrações da cidade: o clima tropical semiúmido de muito calor. Luiz Eduardo Indio da Costa, arquiteto de origem gaúcha radicado no Rio há mais de 50 anos, em sua longa e prolífica carreira desenvolveu algumas das melhores soluções para equilibrar essas duas características cariocas: o apelo de deixar todos os ambientes transparentes e abertos, interagindo com a paisagem, e a busca por um conforto térmico e ambiental que permita um estar aprazível nas construções. Na casa Mata Atlântica são notáveis esses elementos que articulam a relação interior/exterior na obra do arquiteto: quadros metálicos em balanços generosos, projetando-se vários metros além da construção, recebendo deques, pisos, vidros e pergolados horizontais e verticais articulados, que fazem a mediação térmica e estética entre a arquitetura e a paisagem. Tais elementos, de certo modo, vestem uma arquitetura tectônica no resto da casa, com concreto e massas lisas ou texturizadas, distribuídas em diferentes volumes e planos. “O grande desafio do projeto foi integrar a arquitetura e a natureza forte e exuberante do entorno. Natureza e projeto se fundem e confundem o tempo todo”, afirma o autor”. Leia mais no site.

Fonte: Bamboo/Reportagem: André Becker/27/11/14

http://bamboonet.com.br/posts/para-lidar-com-o-clima-quente-e-semiumido-do-rio-indio-da-costa-faz-uso-de-ambientes-abertos-e-transparentes-filtrados-por-balancos-estruturais-e-pergolas-moveis