Segundo matéria da coluna Jogando Verde, “podia ser mais uma casa com telhado de concreto em cores claras, fachada colorida e jardins frontais, como tantas outras que se vêem nos condomínios  da Barra. Mas, o dono do terreno, um engenheiro ferroviário, tinha em sua empresa trilhos e dormentes antigos, apenas à espera de uma oportunidade para voltar à ativa. E os arquitetos da  Baumann Arquitetura não perderam tempo. Criaram um projeto em que as peças pudessem ser usadas na estrutura da construção, sem perder o efeito estético ou as marcas do tempo, que permanecem no tom  enferrujado de todo o material. Foram cerca de cem metros de trilhos antigos, alguns dos anos 1950, que aparecem tanto na fachada da casa, onde foram usados para ‘segurar’ a varanda frontal do imóvel, como em suas laterais onde criam detalhes num grande pano de vidro. Já os dormentes, feitos com madeiras diversas, apropriadas para a exposição ao tempo, foram  usados para marcar caminhos na lateral da casa e na entrada para os automóveis”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Morar Bem/ Jogando Verde/ 14/07/13