A coluna de Ancelmo Gois trouxe em nota: “O Largo do Boticário, relíquia arquitetônica e cultural no Cosme Velho, lembra aquele verso de Gilberto Gil que diz “entra ano, sai ano, e nada vem”. O centenário espaço continua ao deus-dará e se transformou novamente em… estacionamento para os turistas do Corcovado. E os flanelinhas cobram módicos R$ 50. O conjunto de casarios, reclamam moradores do entorno, segue abandonado. E está todo pichado. Tombado pelo Inepac desde 1990, o Largo aguarda até hoje pela revitalização. Um processo de desapropriação de parte do conjunto, da prefeitura, se arrasta desde 2013. Uma pena, prefeito”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Ancelmo Gois/20/03/15