O Morar Bem trouxe em matéria: “Uma das principais vias da cidade nos tempos da Colônia e do Império, a Rua do Riachuelo ainda guarda alguns de seus antigos casarões. E, embora o aspecto de abandono da via nem sempre permita que eles mantenham o mesmo esplendor de então, um deles começa a se destacar na paisagem atraindo olhares de motoristas e pedestres. Em estilo eclético, o número 287, que em 1992 foi incluído no conjunto de imóveis da “Área de proteção do ambiente cultural da Cruz Vermelha”, está na fase final de restauração. Na fachada, quase pronta, os operários estão terminando a pintura que devolve a ele as cores do início do século passado e a instalação das esquadrias, que foram recuperadas ali mesmo, numa marcenaria montada dentro do prédio para aproveitar a madeira original das janelas do terceiro andar e portas do segundo. São elas, aliás, que mais chamam atenção no belo prédio. Nas duas laterais, as esquadrias ganham arcos ogivais que conferem características neogóticas ao edifício. Já no centro, têm características neoclássicas. — Provavelmente, essas características foram acrescentadas em reformas feitas no século XIX — arrisca Carlos Fernando Andrade, arquiteto especialista em patrimônio histórico”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Morar Bem/16/03/14