A coluna Design Rio, do jornal O globo, trouxe em matéria: “Parque no Centro é passagem para 100 mil pessoas por mês

Todo mês, cerca de cem mil pessoas passam pelo Campo de Santana, no Centro do Rio. Passam é, sem sombra de dúvida, o verbo apropriado: a maioria cruza apressada a passagem central que liga a Saara, meca do comércio popular, à Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, meca da tradição acadêmica. O parque é utilizado como corredor de pedestres, que ignoram seus monumentos, árvores e animais. Quem aproveita são os moradores de rua e veteranas prostitutas, que ocupam boa parte dos bancos entre 9h e 17h, quando os portões estão abertos.

Mas essa situação pode ser passageira, literalmente, agora que o Campo de Santana foi retombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) — ele tinha sido destombado em 1942 para ceder um naco à vizinha Avenida Presidente Vargas.

Fonte: POR EMILIANO URBIM
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Paisagem. Projeto do Campo de Santana pretendia que ele fosse um “jardim romântico”