A coluna Gente informou em nota: “Com natureza abundante, o Rio de Janeiro é puro cartão-postal. Existem poucos lugares, no entanto, tão bonitos como o Instituto Moreira Salles, em que a arquitetura modernista de Olavo Redig de Campos encontra o paisagismo de Roberto Burle Marx. Das maçanetas à marquise ondulante, passando pela famosa “sala de azulejos”, pelo cobogó gigante e pelo piso de mármore em losangos – se cada detalhe é motivo de visita, o espaço está ainda mais especial. Para sua individual, com 96 obras, o americano Richard Serra derrubou divisórias falsas, construídas sobre as paredes de vidro do projeto original. Agora, a luz entra e vê-se através. Mas não só. Telas monumentais em preto e branco, de Serra, conhecido pelas esculturas de grande porte que desafiam arquiteturas e paisagens do mundo, ocupam o instituto. Destaque, ainda, para a série “Drawings after Circuit”, feita a partir de sua escultura formada por quatro placas que saíam de uma sala da Documenta de Kassel, em 1972. Ele explica: “É um diagrama da abertura e do fechamento das placas que vi quando caminhei pela instalação de Kassel”. Até 28 de setembro. ims.uol.com.br”. Leia mais na Casa Vogue de junho.

Fonte: Casa Vogue/ Gente