A coluna Design Rio trouxe em reportagem: “Quando for reaberta ao público, em abril de 2014, após mais de três anos de obras, a Sala Cecília Meireles promete agradar ainda mais aos olhos e ouvidos dos amantes da boa música. Quem passa em frente ao prédio, no Largo da Lapa, coberto por tapumes, já imagina que a sala estará novinha em folha quando for reinaugurada, mas as surpresas vão bem além da nova cor, que não será mais rosa. O frontão da fachada foi aberto, e o prédio passará a ter uma interação maior com o ambiente exterior. As obras, que começaram em janeiro de 2011, também trarão à tona a antiga lateral do Grande Hotel, a primeira destinação que teve o imóvel. Projetado no século XIX, o prédio foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio
Cultural (Inepac), já com inúmeras mudanças em relação à arquitetura original, em 1948, quando foi transformado em cinema. O tom da sala será o ráfia (areia), trazendo de volta uma das muitas cores que a fachada do prédio já teve ao longo dos anos. A outra novidade, que logo será percebida pelos frequentadores, é o fim dos plissados que rodeavam o palco. Testes revelaram que esse  detalhe roubava os tons mais graves dos instrumentos, e a promessa é de uma sala com uma acústica ainda melhor. A casa também ganhou acessibilidade e espaços de convivência, além de um segundo ambiente para pequenos recitais e outros eventos culturais. As obras, orçadas em R$ 43,5 milhões, vão levar um ano e meio a mais que o previsto inicialmente, resultado de muitos aspectos desconhecidos da construção que foram se revelando ao longo das intervenções para a reforma”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Rio/ Design Rio/ 01/09/13