Museu do Amanhã (Foto: Beth Santos)

Patrocinador máster no Museu do Amanhã, o Santander será responsável pela compensação das emissões de carbono resultantes do consumo de energia elétrica e geração de resíduos. Além dessa ação, o banco vai estimular que os visitantes conheçam mais sobre a compensação e como essa ação pode ser feita individualmente.

“Participamos do Museu do Amanhã além do investimento financeiro, em diferentes formas, compartilhando nossa experiência nas áreas de sustentabilidade, educação, empreendedorismo, inovação e cultura, assim como fazemos com todos os projetos que o banco tem na cidade. Buscamos sinergia entre valores e metas e, por isso, temos uma relação especial com o Rio, que é entusiasta dos mesmos valores que o banco”, afirma Marcos Madureira, Vice-presidente executivo de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander Brasil.

Desde 2010, o Santander elegeu a Economia de Baixo Carbono como um de seus focos estratégicos de atuação em sustentabilidade. Para compensar suas emissões, a instituição adquire créditos de carbono de projetos do mercado voluntário com bom desempenho em sustentabilidade, escolhidos com base em uma metodologia de avaliação socioambiental desenvolvida com o apoio de uma consultoria especializada. Além disso, foi criada uma plataforma que permite que qualquer pessoa realize o cálculo de suas emissões e faça sua compensação por meio da compra de crédito de carbono de um dos projetos selecionados pelo programa, chamado de “Reduza e Compense CO2”. Esta plataforma será utilizada para a compensação das operações de consumo de energia elétrica e geração de resíduos do Museu do Amanhã.

O Museu do Amanhã, localizado no Píer Mauá, será um museu de ciências dedicado a explorar as possibilidades de construção do futuro por meio de experiências imersivas, ambientes audiovisuais e instalações interativas. Cinco perguntas norteiam a construção do percurso narrativo do museu: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos conviver nos próximos 50 anos? O museu tem o objetivo de engajar o público em uma reflexão sobre a era do Antropoceno, quando o homem se tornou uma força planetária capaz de alterar o clima, degradar biomas e interferir em ecossistemas. Para mais informações, visite o site www.museudoamanha.org.br.