O Morar Bem trouxe em matéria de capa: “Quando o homem criou seus primeiros protótipos de casas, a preocupação era ter espaços seguros, aproveitando a luz e a ventilação natural. Com o tempo,  ele foi adotando novas técnicas de construção, sem qualquer preocupação com o meio ambiente.  Hoje, a ordem é voltar a usar o máximo possível os recursos naturais. Investindo em moradias sustentáveis, duas instituições internacionais já concedem selos verdes para casas independentes no Rio,  num mercado que tende a crescer e que ganhará, em breve, um terceiro tipo de selo. Até o fim do ano, o Green Building Council Brasil (GBC), que fomenta a indústria de  construções sustentáveis em todo o mundo e que hoje emite o selo americano LEED (sigla em inglês para Liderança em Energia e Design Ambiental) para obras comerciais, ganhará um  certificado especial para residências. Com custo que varia de R$ 3 mil a R$ 9 mil, dependendo da metragem, a  organização estima uma valorização de 10% a 20% do imóvel ‘verde’ e redução no custo de manutenção mensal entre 8% e 9%”. leia mais no Norar Bem.

Fonte: O Globo/ Morar Bem/ Reportagem: Raphaela Ribas/ 22/09/13