A Veja Rio informou em reportagem que “nenhum outro trecho da cidade passa por tantas transformações quanto a Zona Portuária, faixa à margem da Baía de Guanabara que se estende do Caju até a Praça Mauá. Em meio a ruas interditadas e quebra-quebra geral, começam a se tornar visíveis os primeiros efeitos das obras. São praças reformadas, ruas reurbanizadas e lançamentos imobiliários que prometem revitalizar uma área corroída pelo abandono. No final do processo, às vésperas da Olimpíada de 2016, a expectativa é que a decadência seja varrida do mapa definitivamente. Em vez da profusão de terrenos baldios, galpões inativos e prédios decrépitos, a esperança é que possa emergir uma região pulsante, repleta de museus, condomínios, hotéis e arranha-céus comerciais. Está a caminho uma série de espigões de grife, como mostra a ilustração ao lado. Um dos projetos mais aguardados é o conjunto de duas torres na Avenida Rodrigues Alves concebido pelo arquiteto inglês Norman Foster. Profissional reconhecido mundialmente, ele colocou também sua assinatura no Aeroporto Internacional de Pequim, no estádio de Wembley e no estranho prédio Swiss Re, em formato de pepino, dois cartões-postais londrinos. ‘Com esses novos empreendimentos, o Rio ingressa no cenário internacional da arquitetura contemporânea’, afirma Vicente Giffoni, presidente regional da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura. ‘Não há outra cidade que esteja vivendo um momento tão repleto de inovações’.” Leia mais na Veja Rio.

Fonte: Veja Rio/ Reportagem: Caio Barretto Briso/ 15/01/13

http://vejario.abril.com.br/edicao-da-semana/novos-edificios-zona-portuaria-730735.shtml