O jornal O Globo noticiou o falecimento do arquiteto Alfredo Britto: “Professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alfredo Luiz Porto de Britto construiu uma carreira na arquitetura com fortes bases sociais. Foi assim desde que se tornou universitário, nos anos 1960. Sempre se associou a causas de interesse da cidade. Ao longo dos anos, tornou-se um dos maiores especialistas em patrimônio cultural e, entre outras causas, lutou pelo tombamento do Castelinho do Flamengo e contra a demolição do Palácio Monroe. O arquiteto trabalhou na restauração do Arquivo Nacional (antiga Casa da Moeda), do imóvel onde se instalou recentemente a Casa do Choro, na Rua da Carioca, e do Conjunto Nacional do Pedregulho, projeto de Affonso Eduardo Reidy, a partir do qual ele escreveu o livro “Pedregulho, o sonho pioneiro da habitação popular no Brasil”, lançado em outubro. No mês que vem, Britto, que era professor do Departamento de Arquitetura da PUC, defenderia na universidade a tese de doutorado “Por uma arquitetura enraizada: convergências nas trajetórias de Paulo Santos, Lucio Costa e Fernando Tavora”. Profissional atuante, Alfredo mantinha uma relação estreita com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). Foi secretário do IAB-RJ e membro da direção nacional entre os anos de 1980 e 1983”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Obituário/26/11/15