A coluna Design Rio trouxe em matéria: “Procuram-se peças e personagens para recompor um capítulo da história da urbanização do Centro do Rio: a demolição do Palácio Monroe, prédio em estilo eclético que foi posto abaixo em 1976. Com a derrubada do edifício — que durante 70 anos ocupou o centro de uma quadra no início da antiga Avenida Central, mais tarde Rio Branco —, restaram, além da lembrança do belo cartão-postal, fragmentos da construção que foram vendidos como sucata pela empresa responsável pelo desmonte. São esculturas, vitrais, placas, parapeitos, bancadas e balaústres em mármore de Carrara, móveis e obras de arte que se perderam ou acabaram incorporados à decoração de residências, sítios, escritórios e prédios públicos dos quatro cantos do país”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida, Ludmilla de Lima e Rodrigo Bertolucci/13/07/14