A coluna Em casa, por Marcia Müller, divulgou em nota: “Quando se deseja mostrar joias, imaginamos um lugar associado com o que as joias representam… E o que as joias representam? Para cada um, coisas diferentes… Mas para todos nós, objetos que são fortes e marcantes. Por isso, quando faço um projeto de uma joalheria, imagino um espaço para o público da joia e não para a peça em si. Esse público, especial e sensível, escolhe esses objetos com um impulso único … Quem precisa comprar uma joia, quem precisa realmente tê-la para viver? Nós, o público que a ama! E para eles o ambiente deve ser personalizado e cheio de conforto. A personalidade do designer das joias tem que estar presente, é claro, mas para os apreciadores, tudo deve estar adequado. Descrição, conforto e elegância! Mostro um projeto meu no qual a designer deu muitas dicas sobre o seu trabalho, mas o cliente ganhou toda a atenção com poltronas semelhantes às do seu escritório, mesa igual a da sua sala de jantar ou da sua copa… Enfim, se sentir em casa e bem à vontade é fundamental para esse consumidor tão especial e completamente impulsivo. Afinal, o comércio desde os tempos de seu surgimento é movido a impulso, beleza e sedução!!! Usar esses recursos é para nós, arquitetos, um prazer…”. Leia mais no blog.

Fonte: Lu Lacerda/08/07/14

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