O Segundo Caderno informou em reportagem: “Uma das mais importantes feiras da América Latina, a SP- Arte abre as portas hoje ( para convidados; amanhã, ao público) com novidades para seus visitantes. Seguindo uma tendência de eventos semelhantes, como a Art Basel, na Suíça, a Tefaf, em Maastricht, e até a ArtRio, ela inaugura seu setor de design, com 23 estandes de nomes de destaque no design autoral brasileiro, como Etel e DPOT. Somando- se as 124 galerias de arte serão, no total, 147 expositores instalados até domingo no Pavilhão do Ibirapuera. A diminuição no número de galerias ( eram 16 a mais em 2015) foi uma decisão pensada, “uma adequação”, como diz Fernanda Feitosa, idealizadora e diretora do evento: — A crise que deu os primeiros sinais em 2014 está aí, não há como negar. Temos que nos readequar; em períodos de crescimento nós também crescemos; em períodos de retração, diminuímos — diz Fernanda. — Mas, mesmo que o mercado de arte não esteja imune aos altos e baixos da economia, não há como abalar os alicerces sobre os quais esse mercado foi construído uma vida inteira. Ela observa que a criação artística continua potente, e é disso que se trata a feira: exibir e comercializar o que está sendo produzido aqui e no exterior. São cerca de 2 mil artistas na SP- Arte, nas 124 galerias e nos projetos curatoriais. Entre as galerias, ao lado de estrangeiras pesos- pesados como David Zwirner e Gagosian (Estados Unidos), White Cube e Lisson ( Inglaterra), há nomes nacionais como Luisa Strina, Fortes Vilaça e Millan ( São Paulo), Galeria Ipanema e Luciana Caravello ( Rio), além de casas de Minas Gerais, Paraná e Porto Alegre”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Segundo Caderno/Reportagem: Nani Rubin/06/04/16