O caderno Zona Sul informou em reportagem: “Opção preferida de arquitetos responsáveis por projetos residenciais de prédios erguidos na cidade entre os anos 1950 e 1970, o taco acabaria preterido pelos decoradores nas reformas conduzidas nas décadas seguintes. Eles cederam à praticidade reluzente do azulejo e do porcelanato. Mas, como os clássicos jamais saem de moda, o piso de madeira voltou a ser usado e tem sido preservado nas obras por moradores e profissionais que buscam valorizar os aspectos originais da construção. Dona de uma casa no Alto Leblon, a arquiteta Cristina Bezamat fez questão de aproveitar os tacos de peroba do campo quando foi reformar o imóvel. Atualmente, ela desenvolve outros três projetos que também buscam preservar os pisos originais, talhados em madeiras nobres. Embora enxergue vantagens na prática, ela explica que o aproveitamento depende do estado de conservação do piso. — É quente, caro e elegante, mas não há mais fabricação. Portanto, precisa estar em bom estado para ser mantido. Se há pisos nos quartos e na sala, e eles apresentam problemas em um dos cômodos, podemos mantê- los nos quartos e aproveitar os modelos em bom estado da sala para suprir os problemas, e pensar em uma nova solução para aquela área — explica”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Zona Sul/Reportagem: Stéfano Salles/31/03/16