O caderno Rio publicou em reportagem: “No centro da Praça Mauá, um monumento em bronze, de 1910, homenageia o barão que dá nome a um dos marcos da cidade. Transformado, o lugar que celebra um dos precursores da industrialização do Brasil está prestes a abrir ao mundo o Museu do Amanhã. Badalação à toda prova, sem dúvida. Mas distante do que acontece com grande parte do legado deixado pelo Barão de Mauá no século XIX, boa parte fadada ao esquecimento. Foram muitos os negócios em que ele se envolveu para forjar sua imagem de visionário. Antes de se tornar barão e visconde de Mauá, Irineu Evangelista de Sousa foi caixeiro e negociador. Criou bancos e participou da recriação do Banco do Brasil. Tudo que não faz um acaso o fato de a Praça Mauá (inaugurada em 1910) carregar seu nome”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Reportagem: Rafael Galdo/06/12/15